Por que pensar em educação financeira para a primeira infância e quais os impactos para a economia e a sociedade?

Viver em sociedade significa fazer parte de sua economia, presente nas relações humanas desde que nascemos, afinal necessitamos de uma série de bens que são produzidos para a garantia de nossa vida, sendo que o dinheiro é o meio de troca mais eficaz que utilizamos.

O tema dinheiro é tão importante que desde 1897 surgem as primeiras pesquisas no mundo, sobre o sentido do dinheiro para as crianças. Até a 2ª Guerra Mundial, dinheiro não era algo que uma criança manipulasse, mas isso começou a se modificar quando as mães passaram a trabalhar e deixar dinheiro para os filhos. Isso transformou por completo a relação das crianças com o dinheiro e de todo um mercado.

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Vítimas de fraude têm mais propensão para seguir a multidão?

O Centro de Estudos Comportamentais e Pesquisas, da Superintendência de Proteção e Orientação aos Investidores (CECOP/SOI) – CVM realizou um estudo sobre ofertas irregulares de investimentos, buscando mapear as causas mais recorrentes de fraudes financeiras. Algumas perguntas buscavam respostas para questões, tais como: vítimas de fraudes têm menos experiência com o mercado financeiro? São mais propensas ao efeito manada? Continue lendo…

Por que as pessoas ainda são alvo de esquemas de pirâmide?

Uma queixa que tem se tornado relevante nos canais de comunicação da CVM é referente a pirâmides financeiras. A quantidade de reclamações recebidas pela CVM relacionadas ao assunto tem evidenciado a gravidade de práticas dessa natureza – e, em uma era de facilidade de acesso à informação como a que vivemos, fica a dúvida: por que as pessoas continuam caindo nesses esquemas?

Saiba mais sobre Investimentos Irregulares no 2º Boletim de Proteção do Consumidor/Investidor da CVM e sobre Marketing Multinível e Pirâmides Financeiras no 6º Boletim de Proteção do Consumidor/Investidor.

Promessas de ganhos altos, em pouco tempo e com pouco esforço. Cenários econômicos desfavoráveis e taxa de desemprego. Vamos abordar esses aspectos e como eles afetam nosso comportamento.

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A percepção de risco pode ser afetada por vieses?

Já sabemos que os vieses comportamentais podem afetar nossas decisões financeiras, mas e quanto a nossa percepção de risco?

Em seu artigo, intitulado Risk Profiling Through A Behavioral Finance Lens, Michael Pompian (CFA), aponta certas falhas no processo padrão para avaliar o perfil de risco do investidor e defende a necessidade de analisar a tolerância a risco sob o prisma das Finanças Comportamentais.

Fizemos um breve resumo do artigo para quem tiver interesse em saber um pouco mais sobre o assunto.

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Escolher o Momento Certo é Essencial no Nudge: Entrevista com a Drª Cäzilia Loibl

A Doutora Cäzilia Loibl é professora associada do Departamento de Ciências Humanas na Ohio State University e planejadora financeira certificada (CFP®). Ela já publicou trabalhos sobre Políticas Públicas, Economia Comportamental e Preferência do Consumidor e o foco de sua pesquisa é examinar as decisões financeiras ao longo da vida adulta.
Sua palestra na 4ª Conferência de Ciências Comportamentais e Educação do Investidor¹ foi intitulada Estimulando Famílias de Baixa Renda a Pouparem Regularmente, na qual explicou o que são “nudges”, descreveu seus principais tipos e discutiu alguns achados de suas pesquisas a respeito desse tipo de intervenção comportamental.
Apresentamos a entrevista exclusiva da Drª Loibl ao CVM Comportamental, assim como o link para sua palestra.

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Conferência de Ciências Comportamentais e Educação do Investidor

Além dos habituais temas relacionados à educação do investidor e aos estudos comportamentais, os eventos da semana de 5 a 9 de dezembro deste ano tratarão também de novas tecnologias financeiras – conhecidas como Fintech – e incluem a comemoração dos 40 anos da Lei nº 6385/76, que criou a CVM.

Os eventos deste ano contam com a participação de renomados pesquisadores nacionais e internacionais, representantes de órgãos reguladores e autorreguladores, empresas e profissionais do mercado com atuação educacional relevante

Os encontros proporcionarão uma abordagem multidisciplinar, abrangendo campos da Psicologia, Economia, Antropologia e Educação, entre outros, assim como o debate sobre estratégias e políticas públicas inovadoras na área da educação financeira.

A programação deste ano está mais intensa, ocupando uma semana inteira, e compreenderá os seguintes eventos:

  • 2ª – Fintech Day
  • 3ª – Seminário de Pesquisas em Educação Financeira e Comportamento
  • 4ª (manhã) – 40º Aniversário da Comissão de Valores Mobiliários
  • 4ª (tarde) e 5ª – Conferência de Ciências Comportamentais e Educação do Investidor
  • 6ª – Seminário Regional sobre Novas Tendências em Educação Financeira

O programa completo, com os temas dos painéis e seus componentes, está disponível no site http://www.iecbrazil.com.br/, por meio do qual deve ser feita a inscrição do participante, indispensável para a entrada no evento.

Entre as novidades deste ano, além do Fintech Day, está o Seminário sobre pesquisas em Educação Financeira, como espaço para discussão mais aprofundada do tema, e a inclusão de um painel sobre Antropologia das Finanças na Conferência, que contará com a presença de autoridades mundiais em Antropologia do Dinheiro e das Finanças, como o Dr. Bill Maurer.

As palestras terão temas como “Nudges no Mercado Financeiro”, “Estimulando Famílias de Baixa Renda a Poupar Regularmente”, “Como a Publicidade Contribui para o Processo Decisório de Investimentos” e “Como os Reguladores de Valores Mobiliários dos Estados Unidos estão Direcionando os Investidores Vulneráveis”, entre vários outros.

O Dr. Werner DeBondt falará sobre a Psicologia da Regulação e um painel discutirá de que modo seria possível assegurar a adequação da recomendação de investimentos.

Será discutida a educação de investidores dos Estados Unidos, Canadá, Indonésia, Itália e Espanha, além de apresentado em mais detalhes – pela Drª Annamaria Lusardi – o resultado do estudo americano de capacidade financeira, já comentado aqui no blog.

Os eventos deste ano continuam gratuitos e acontecerão no Rio de Janeiro, no Windsor Atlântica Hotel, localizado na Avenida Atlântica, 1020, no bairro de Copacabana.

No entanto, a participação só estará garantida após a confirmação que enviaremos por e-mail, em data próxima à da realização dos eventos, uma vez que a quantidade de participantes está sujeita à lotação máxima do auditório.

Por isso, não perca tempo e faça logo sua inscrição!