Semana Mundial do Investidor (2-8/out)

O blog convida seus leitores para participar da World Investor Week – WIW (Semana Mundial do Investidor), com destaque para duas palestras com temática comportamental:

• “Educação Financeira para além do conhecimento: estratégias de intervenção no comportamento de poupança” – dia 02 de outubro na sede da CVM no Rio de Janeiro (RJ), às 14h15. A palestra apresentará pesquisa preliminar sobre o uso de “insights” da psicologia para compreender comportamentos econômicos. Serão exemplificados estudos de vanguarda que utilizaram fundamentos teóricos da psicologia para incentivar comportamentos de poupança e a tomada de decisões financeiras conscientes.
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• Sessão inaugural do Grupo de Estudos de Antropologia das Finanças, que apresentará os “estudos sociais das finanças” – dia 04 de outubro na sede da CVM em São Paulo – SP, às 14h30.
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Evento de inauguração do Grupo de Estudos de Antropologia das Finanças

No dia 5 de setembro, ocorreu a sessão inaugural do Grupo de Estudos de Antropologia das Finanças (GEAF), organizado pelo Centro Educacional CVM-OCDE de Letramento Financeiro para América Latina e Caribe em parceria com o Núcleo de Pesquisas em Cultura e Economia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (NuCEC-UFRJ). O GEAF é uma iniciativa promovida no âmbito do Núcleo de Estudos Comportamentais da CVM (NEC-CVM), cujos objetivos incluem a imersão em diferentes campos das ciências comportamentais.

No evento foram apresentados os chamados estudos sociais das finanças e suas diferenças em relação aos trabalhos produzidos pelos economistas, administradores e psicólogos. Foram também esclarecidas as condições de participação no grupo.

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Colocando “nudges” em perspectiva

O artigo “Colocando nudges[1] em perspectiva” escrito por George Loewenstein e Nick Chater, publicado em junho de 2017, traz uma visão crítica sobre a aplicação da economia comportamental nas políticas públicas.

O uso de nudges tem sido bem sucedido para promover o bem-estar dos cidadãos, mas os autores fazem uma ressalva quanto à tendência dos órgãos e formuladores de políticas públicas de reduzir a economia comportamental aos nudges. Isto porque são uma solução rápida e de baixo custo que utiliza atalhos no processo de decisão individual (heurísticas) para induzir os indivíduos a fazerem escolhas melhores. No entanto, problemas na tomada de decisão podem ser de ordem estrutural (e não comportamental), de forma que intervenções de contato leve, como os nudges, podem ser soluções insuficientes no longo prazo.

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A mudança protagonizada pelas startups é disruptiva: entrevista com Guilherme Horn

Guilherme Horn é um dos pioneiros de Fintech no Brasil. Criou a Ágora, um case de sucesso de Fintech na América Latina, vendida para o Bradesco em 2008. Depois disso lançou a Órama, eleita pela Amazon em 2013 a startup de Fintech mais inovadora do mundo. É editor do Finnovation e escreve a coluna “Seu bolso na era digital”, no Jornal Estado de São Paulo.

O empreendedor e investidor-anjo concedeu uma entrevista exclusiva ao CVM Educacional na qual menciona as startups como protagonistas de uma disrupção do mercado financeiro brasileiro, da mesma forma que vem ocorrendo em outros países.

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Do anúncio para a ação: insights comportamentais na propaganda de produtos financeiros

A Financial Conduct Authority (FCA), entidade reguladora do mercado de capitais do Reino Unido, publicou um relatório em abril de 2017 sobre como interpretamos propagandas e anúncios, além de como somos afetados por eles.

A FCA volta o foco para a propaganda de produtos financeiros por envolver decisões de longo prazo e a segurança financeira dos indivíduos. Dessa forma, o objetivo do órgão com esse estudo é entender como os anúncios podem ser mal interpretados, levando as pessoas a tomarem decisões impensadas.

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Por que é tão difícil para o consumidor dizer não?

Quando compramos algum produto, é comum que o vendedor ofereça seguros e acessórios, de que não necessariamente precisamos, em busca de aumentar sua comissão com a venda.

Com base nisso, a CVM australiana (ASIC) estudou as pessoas que contrataram seguros complementares ao adquirir veículos novos, a fim de compreender tanto as técnicas usadas pelos vendedores quanto a experiência de compra de tais produtos pelos consumidores.

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