Colocando “nudges” em perspectiva

O artigo “Colocando nudges[1] em perspectiva” escrito por George Loewenstein e Nick Chater, publicado em junho de 2017, traz uma visão crítica sobre a aplicação da economia comportamental nas políticas públicas.

O uso de nudges tem sido bem sucedido para promover o bem-estar dos cidadãos, mas os autores fazem uma ressalva quanto à tendência dos órgãos e formuladores de políticas públicas de reduzir a economia comportamental aos nudges. Isto porque são uma solução rápida e de baixo custo que utiliza atalhos no processo de decisão individual (heurísticas) para induzir os indivíduos a fazerem escolhas melhores. No entanto, problemas na tomada de decisão podem ser de ordem estrutural (e não comportamental), de forma que intervenções de contato leve, como os nudges, podem ser soluções insuficientes no longo prazo.

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A mudança protagonizada pelas startups é disruptiva: entrevista com Guilherme Horn

Guilherme Horn é um dos pioneiros de Fintech no Brasil. Criou a Ágora, um case de sucesso de Fintech na América Latina, vendida para o Bradesco em 2008. Depois disso lançou a Órama, eleita pela Amazon em 2013 a startup de Fintech mais inovadora do mundo. É editor do Finnovation e escreve a coluna “Seu bolso na era digital”, no Jornal Estado de São Paulo.

O empreendedor e investidor-anjo concedeu uma entrevista exclusiva ao CVM Educacional na qual menciona as startups como protagonistas de uma disrupção do mercado financeiro brasileiro, da mesma forma que vem ocorrendo em outros países.

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Do anúncio para a ação: insights comportamentais na propaganda de produtos financeiros

A Financial Conduct Authority (FCA), entidade reguladora do mercado de capitais do Reino Unido, publicou um relatório em abril de 2017 sobre como interpretamos propagandas e anúncios, além de como somos afetados por eles.

A FCA volta o foco para a propaganda de produtos financeiros por envolver decisões de longo prazo e a segurança financeira dos indivíduos. Dessa forma, o objetivo do órgão com esse estudo é entender como os anúncios podem ser mal interpretados, levando as pessoas a tomarem decisões impensadas.

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Por que é tão difícil para o consumidor dizer não?

Quando compramos algum produto, é comum que o vendedor ofereça seguros e acessórios, de que não necessariamente precisamos, em busca de aumentar sua comissão com a venda.

Com base nisso, a CVM australiana (ASIC) estudou as pessoas que contrataram seguros complementares ao adquirir veículos novos, a fim de compreender tanto as técnicas usadas pelos vendedores quanto a experiência de compra de tais produtos pelos consumidores.

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Fomentando a Inovação: Entrevista com Flávio Pripas

Flávio Pripas foi nomeado como uma das 100 pessoas mais criativas nos negócios em 2012 pela Revista FastCompany (“Fast Company – 100 Most Creative People in Business 2012”). Ele lidera o CUBO, um projeto de fomento ao empreendedorismo digital no Brasil, patrocinado pelo Banco Itaú e pela RedPoint eVentures.

Durante o Fintech Day¹, realizado no Rio de Janeiro em 5/12/2016, Flávio Pripas proferiu a palestra:

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CVM Comportamental Vol. 3 – Vieses do Consumidor: Viés do Ponto Cego

O Viés do Ponto Cego (bias blind spot, em inglês) é a propensão a acharmos que nossos julgamentos são imparciais, enquanto os das demais pessoas são tendenciosos.

Em outras palavras, falhamos sistematicamente em reconhecer que nossas decisões são afetadas por preferências, crenças, cultura, preconceitos e outros fatores pessoais. No entanto, ao analisamos as decisões alheias, acreditamos que estão sujeitas a tais vieses. Continue lendo