Como lidamos com nossas emoções hora de investir? Uma visão da Abordagem Centrada na Pessoa

Segundo a visão da Psicologia Econômica, a oscilação de preços na bolsa de valores não é um fator puramente objetivo. As decisões que os investidores tomam são influenciadas por vieses comportamentais que interferem no modo como os investidores avaliam os preços de mercado e tomam decisões financeiras.

Já vimos em alguns artigos publicados neste blog que a Psicologia Econômica surge buscando explicar observações empíricas que, em princípio, contrariariam pressupostos da teoria econômica clássica – especialmente aqueles relacionados à racionalidade econômica do ser humano que, teoricamente, agiria sempre buscando a maximização de resultados, do ponto de vista financeiro.

Essa área da Psicologia afirma que a subjetividade afeta a percepção e a interpretação dos fatos e, consequentemente, as decisões. Por isso, o estudo do comportamento humano, de suas crenças, ações e sentimentos torna-se importante na hora de fazer escolhas financeiras.

Saindo um pouco da linha de trabalho usualmente explorada pela Psicologia Econômica, a psicóloga Tatiana Tomaselli escreve sobre a tomada de decisões financeiras através de uma perspectiva psicológica pouco utilizada para esse fim, a Abordagem Centrada na Pessoa, desenvolvida por Carl Rogers. A autora resume esse assunto da seguinte maneira: Continue lendo…

Por que as pessoas ainda são alvo de esquemas de pirâmide?

Uma queixa que tem se tornado relevante nos canais de comunicação da CVM é referente a pirâmides financeiras. A quantidade de reclamações recebidas pela CVM relacionadas ao assunto tem evidenciado a gravidade de práticas dessa natureza – e, em uma era de facilidade de acesso à informação como a que vivemos, fica a dúvida: por que as pessoas continuam caindo nesses esquemas?

Saiba mais sobre Investimentos Irregulares no 2º Boletim de Proteção do Consumidor/Investidor da CVM e sobre Marketing Multinível e Pirâmides Financeiras no 6º Boletim de Proteção do Consumidor/Investidor.

Promessas de ganhos altos, em pouco tempo e com pouco esforço. Cenários econômicos desfavoráveis e taxa de desemprego. Vamos abordar esses aspectos e como eles afetam nosso comportamento.

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