Monthly Archives: julho 2016

Conhece os 4Ps da Mudança Comportamental?

O conflito entre atitude e comportamento, ou entre o que gostaríamos de fazer e o que efetivamente fazemos, tem inspirado inúmeras pesquisas a respeito de como direcionar as escolhas para a opção mais vantajosa.

Ainda assim, tem sido difícil relacionar os nudges com os resultados que supostamente deveriam produzir. No entanto, pesquisadores da Yale School of Management propõem um modelo que pretende testar e aplicar os nudges  simultaneamente, de modo que cada um tenha seu propósito no esquema mais amplo das intervenções no comportamento: : o modelo dos 4Ps da mudança comportamental.

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O que Há de Novo na Edição 2016 do BE Guide?

A versão deste ano do Behavioral Economics Guide já está disponível para download.  Enquanto as edições passadas tratam da teoria (2014) e da prática (2015), o intuito desta (2016) é fornecer diferentes perspectivas e falar das mais recentes inovações no campo da Economia Comportamental.

Quem faz a introdução é Gerd Gigerenzer, psicólogo alemão que estuda o uso de heurísticas na tomada de decisões. O Guia traz ainda uma seção de perguntas e respostas com Richard Thaler e Varun Gauri, artigos e estudos de caso por autores de ciências comportamentais aplicadas, um glossário de conceitos de Economia Comportamental e listas atualizadas de eventos, cursos e publicações.

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FinTech e Finanças Comportamentais: O que o Futuro nos Reserva?

Muito mais do que um ramo de negócios baseado no uso da informática para prover serviços financeiros, FinTech¹ é um setor formado por empresas inovadoras, que prometem revolucionar a forma como lidamos com as nossas finanças.

E o que isso tem a ver com Finanças Comportamentais? Tudo. Da democratização do acesso à transformação radical da experiência de consumo. Da desintermediação à transição para o modelo de marketplace.

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O que Torna o Idoso mais Vulnerável a Fraudes?

A Financial Conduct Authority (FCA), órgão inglês de proteção ao consumidor de serviços financeiros, conduziu uma enquete no início de 2016, com 2.300 pessoas acima de 55 anos, e chegou à conclusão de que o risco de fraude contra esse grupo é bastante elevado.

As baixas taxas de juros foram identificadas como o fator-chave na exposição dessas pessoas a golpes, por torná-las mais inclinadas a assumir riscos à procura de retornos mais altos. No entanto, precisamos nos perguntar se isso é suficiente para responder por que essas pessoas são mais sujeitas a cair em armadilhas financeiras do que outras.

Quais aspectos comportamentais podem estar em jogo na vulnerabilidade dos idosos?

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