Poupadores Anônimos: Grupos de Apoio Podem nos Ajudar a Poupar?

Segundo um estudo do National Bureau of Economic Research (NBER), grupos de ajuda podem ser ferramentas poderosas para nos ajudar a poupar, especialmente nos casos em que um pequeno esforço é capaz de provocar grande impacto, como no caso da formação de uma reserva de emergência.

O estudo descreve dois experimentos aleatorizados realizados no Chile com uma amostra de 2.687 microempreendedores entre 2008 e 2009. Os resultados mostram que os grupos são eficazes mesmo sem a presença de alguns de seus elementos característicos, como encontros presenciais e padrinhos, sendo suficiente apenas o apoio mútuo.

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É Preciso Adequar a Educação Financeira a Diferentes Perfis: Entrevista com Mauricio Prado

Maurício Prado é Diretor Executivo da Plano CDE, consultoria que oferece soluções de pesquisa e inovação, focada especificamente nas classes C,D e E. Ele foi palestrante na 4ª Conferência de Ciências Comportamentais e Educação do Investidor¹, onde falou sobre “Segmentação de Serviços Financeiros para a Baixa Renda”.

Em recente pesquisa sobre o comportamento financeiro dessa parcela da população encontrou 3 diferentes perfis e defende que tanto os produtos e serviços quanto a comunicação e as estratégias de educação financeira sejam adaptados aos diferentes perfis no qual se divide esse público.

Apresentamos a entrevista exclusiva que ele concedeu ao CVM Comportamental, assim como o link para sua palestra.

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Como Ajudar os Pobres a Pouparem um Pouco?

Pesquisadores da Universidade de Duke e do Banco Mundial realizaram um experimento no Quênia¹, entre 2013 e 2014, com o intuito de compreender que tipos de intervenções são mais eficazes, e menos dispendiosas, para ajudar a aumentar a taxa de poupança dos países mais pobres.

Eles testaram dois tipos de intervenções psicológicas, avaliando sua eficácia e comparando-as com incentivos financeiros, e concluíram que as intervenções foram não só mais eficazes como mais baratas do que os incentivos. Além disso, constataram que o envio regular de lembretes para poupar, assim como dos saldos em conta, aumentou a média de poupança em 100%.

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Investigando Formas Inovadoras de Difundir a Educação Financeira: Entrevista com Bilal Zia

O Dr. Bilal Zia é Economista Sênior do Banco Mundial. Seu trabalho recente inclui avaliações rigorosas de impacto de programas de alfabetização financeira, testando métodos inovadores e aplicando insights da economia comportamental.

Ele ministrou uma aula no Seminário de Pesquisas em Educação Financeira e Comportamento, realizado no Rio de Janeiro, em 6/12/2016, sobre Avaliação de Intervenções, fez uma palestra na 4ª Conferência de Ciências Comportamentais e Educação do Investidor, em 8/12/2016, sobre Aplicação de “insights” Comportamentais a Políticas Públicas, e nos concedeu uma breve entrevista sobre esses assuntos.

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¿Pienso, luego invierto?

post_blog_espanhol_02La implantación del Centro CVM/OCDE de Educación y Alfabetización Financiera para América Latina y Caribe nos ha motivado a traducir el material del blog para el español.

Desde ahora, si pasas el ratón sobre la palabra “principal”, en la barra de menú, el nativo de lengua española tiene a su disposición los textos traducidos y puede, no sólo hacer una lectura más confortable, sino que compartir el contenido e interactuar con el equipo del blog, haciendo comentarios y participando de nuestras encuestas, entre otras acciones.

¡Buena Lectura! ¡Aguardamos sus comentarios!

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Série CVM Comportamental – Vieses do Consumidor: Heurística do Afeto

A Heurística do Afeto (affect heuristic, em inglês) é um atalho mental para facilitar a tomada de decisão que faz com que nossas escolhas não sejam puramente racionais, mas influenciadas por emoções, que se manifestam de modo automático e inconsciente.

Isso provavelmente se deve ao fato de que, ao longo do tempo, o cérebro humano evoluiu no sentido de tornar mais rápida a resposta a um estímulo, a fim de nos tornarmos mais capazes de reagir a situações perigosas.

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