Como o processo de decisão ocorre em nossos cérebros?

neuroeconomia é uma área de estudos recente, que se originou da economia comportamental, na tentativa de entender melhor como ocorre o processo decisório. Partindo do pressuposto que a teoria utilitarista da economia (que diz que somos seres racionais e buscaremos sempre as decisões que otimizem nossos ganhos) não seria o suficiente para explicar nossas escolhas, buscou combinar conhecimentos da neurociência com a psicologia cognitiva para testar os modelos econômicos. Desta forma, busca continuamente responder perguntas sobre por que nos comportamos de determinada maneira e tomamos decisões que nem sempre são as melhores para nós e também como estabelecemos nossas preferências. 

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É possível medir a ansiedade financeira?

É possível medir a ansiedade financeira?

Quando nos encontramos em cenários de incerteza econômica, hábitos e conhecimentos financeiros são essenciais para tentar contornar a situação de forma eficaz. A ausência dessas competências pode levar a comportamentos financeiros descuidados – como não constituir uma poupança e consumir em excesso.

Pesquisas mostram, no geral, que a falta de conhecimento financeiro é a responsável pelo analfabetismo financeiro e mau gerenciamento do dinheiro. Apesar de ser uma constatação verdadeira, há ainda outra variável responsável por esses comportamentos: a variável psicológica.

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Inadimplência está relacionada a variáveis psicológicas?

Inadimplência está relacionada a variáveis psicológicas?

 

Você, leitor, talvez conheça pessoas que tem rendas parecidas, mas padrões de vida muito diferentes. Enquanto algumas famílias estão tem problemas sérios com dívidas, sempre com dinheiro insuficiente para cobrir as despesas do mês; outras, com ganhos semelhantes, vivem uma situação financeira confortável, investem parte de sua renda e conseguem fazer compras e viagens que parecem incompatíveis com seus ganhos mensais.  

Como explicar esse cenário? 

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O comportamento do investidor em cenários de crise

O comportamento do investidor em cenários de crise

 

A crise do coronavírus tem impactado a economia de países do mundo todo. Diariamente lemos notícias que mostram sinais de instabilidade no cenário econômico de diversos países, inclusive do Brasil.

Nesse momento de incertezas, é comum que o investidor se sinta inseguro e ansioso, criando um quadro que favorece a tomada de decisões irrefletidas e impulsivas. Isso não é exclusivo de momentos de crise: neste blog, já discutimos em diversos posts que decisões financeiras podem não ser tomadas com base em argumentos racionais, e sim orientadas por vieses comportamentais que nem sempre conduzem ao melhor resultado. Neste post, pretendemos debater a tomada de decisão especificamente em cenários de crise. Listamos como os vieses comportamentais podem estar orientando as decisões dos investidores nesse contexto de instabilidade.

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Mulheres, trabalho e família: Debates sobre o comportamento financeiro de mulheres

Mulheres, trabalho e família: Debates sobre o comportamento financeiro de mulheres

 

É amplamente aceito que homens e mulheres têm experiências distintas em muitos aspectos de suas vidas. Gênero é uma característica que marca diferenças e tem peso sobre nossas vivências, a forma como vemos o mundo, as escolhas que fazemos. Não seria diferente no comportamento financeiro.

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Como falar com crianças sobre a relação entre consumo e educação financeira?

Como falar com crianças sobre a relação entre consumo e educação financeira?

A visão das crianças sobre o dinheiro é, muitas vezes, tida como ingênua, pois elas ainda não internalizaram as concepções dos adultos a respeito da economia. Portanto, elas não só podem ser excluídas dos processos econômicos em geral, mas desconsideradas em termos de suas perspectivas, experiências e do seu papel social.

Acontece que elas vão crescer e precisam estar preparadas para a realidade econômica e, mesmo que ainda estejam em processo de desenvolvimento, é preciso lembrar que também fazem parte do sistema econômico e de consumo.

Um estudo finlandês, realizado por Minna Ruckenstein com crianças de 6 e 7 anos, buscou entender seus desejos de consumo, seu entendimento acerca do uso do dinheiro e o lugar que ele ocupa em suas vidas, bem como a diferença entre sua noção e a dos adultos, incluindo-as em uma Epistemologia do Consumo.

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